Diego perdeu o pai aos 10 anos de idade e a mãe aos 17 anos. Como se não bastasse, passou a viver com seu padrasto e suas duas irmãs postiças, que nunca aceitaram o fato de ele ser gay. Para Diego, o amor passou a ser somente uma utopia, já que se viu obrigado a viver num lugar em que só sentia ódio. Mas tudo muda quando, por ironia do destino, ele conhece alguém.O único problema é que Diego ainda tem dificuldade em perceber que o amor é muito mais do que imagina e que, de certa forma, é a única coisa capaz de conseguir trazer sua felicidade de volta. Uma releitura moderna de Cinderela, em que o sapatinho de cristal, a fada madrinha e o (quase) príncipe encantado aparecem de um modo um tanto quanto peculiar, porque, no fim das contas, talvez a vida seja mesmo um conto de fadas.
Guilherme Dutra
Nasceu nos
anos 2000, no interior de Minas Gerais, e escreve desde que descobriu que
escrever era uma forma de existir. Já na infância, usava a criatividade para
criar mundos imaginários em que podia se sentir bem sendo quem era, vivendo
tudo aquilo que parecia impossível na vida real. Foi a forma que encontrou de
ter mais esperança, e é isso que espera que as pessoas sintam ao ler suas
histórias. Seu maior sonho é poder sempre estar onde a arte o permitir e é por
isso que publicou os livros Game Over e Talvez a Vida Seja Mesmo Um
Conto de Fadas, além de ter sido a razão que o fez começar a fazer teatro.
É apaixonado por musicais, filmes de terror e super-heróis, não necessariamente
nessa ordem. Você pode conhecer um pouco mais sobre ele no Instagram:
@gui_duttra. Instagram
Avaliação enviada com sucesso
Avaliações
Andressa AricieriAvaliado em 10 de June de 2026
Livro lindo, incrível, perfeito e cheiroso. Amei a história, muito sensível e profunda. Melhor releitura de cinderela possível!
LETICIA FRANCIELE BORGHIAvaliado em 17 de June de 2026
Quem viu Talvez a Vida Seja Mesmo um Conto de Fadas também viu...