A humanidade é como um grande jardim: pessoas vulneráveis, corrompidas pela distopia que as circunda. Essa distopia não é um conceito que virá. Ela permanece nos que já foram, nos que estão e nos que virão. É nesse ponto em que esta obra se firma, retratando criativamente a discórdia de pessoas reais.
Escarro é um drama sobre o desprezo; olhos são uma investigação sobre a devastação. Pele é um romance poético sobre o pecado, enquanto corações são uma fábula sobre as injustiças. Ossos são o próprio medo; já os dentes, uma dramédia sobre a insegurança. Por fim, sangue é uma tragédia sobre o amor impermisto.
Este é O Jardim Distópico da Carne, um conjunto de histórias com sete protagonistas e somente um vilão: o ser humano.