Avaliações
Victor Azeredo Trindade
Avaliado em 10 de June de 2026
Larissa Gonçalves da Silva
Avaliado em 27 de June de 2026
Comecei G.I.N.A.: A Coletora de Lágrimas imaginando que encontraria apenas uma boa ficção científica. Mas, a cada capítulo, percebi que estava diante de uma história muito maior. Uma obra que fala sobre humanidade, empatia, amizade, perdas e esperança de uma forma extremamente sensível.
Giovanna
Avaliado em 20 de July de 2026
😍 Um livro que me emocionou mais do que esperava. É um livro que me lembra um pouco O Pequeno Príncipe, pode ser lido por todas as idades, mas quando você é adulto você percebe a profundidade da história.
👏 Eu gostei tanto desse livro, que li ele em praticamente dois dias. Cada capítulo é um ensinamento novo em formato de ficção. Cada pessoa que a Gina conhecia eu me apegava também, o autor conseguiu escrever todos os personagens de forma que a gente goste de cada um.
🤖 E o que dizer da própria Gina? Uma robô-criança, mas que, na verdade, já tem 47 anos. Ver a forma que ela vai aprendendo sobre a própria humanidade e introduzindo cada ensinamento e encontro em sua vida também é muito bonito.
🥹 O final me fez lacrimejar e adorar ainda mais a história. É um livro leve, perfeito para ler quando quer sair de uma ressaca literária, e que com certeza vai te emocionar.
Pietra
Avaliado em 09 de August de 2026
📖 Resenha @pietraserafico
A história acompanha G.I.N.A., uma robô-menina criada para cuidar de crianças, que acaba sendo expulsa da sociedade por apresentar um comportamento considerado inadequado: ela demonstra emoções.
A partir daí, começa sua jornada para descobrir o que significa sentir, criar vínculos e, principalmente, entender a própria humanidade.
E uma das coisas mais legais do livro é perceber que não fala sobre humanidade apenas através da G.I.N.A., mas também nos faz olhar para nós mesmos.
A escrita é leve, fluida e acessível, mas traz reflexões sobre empatia, solidão, amizade, pertencimento, fé e sobre sentimentos que muitas vezes até nós, seres humanos, temos dificuldade de expressar.
Uma das mensagens que fica da obra é que mesmo aquilo que parece seco, frio ou incapaz de sentir pode carregar algo escondido por dentro.
G.I.N.A. é uma personagem muito fácil de guardar no coração. Sua jornada vai muito além de querer se tornar humana. É sobre descobrir o que significa sentir, aprender, escolher e se conectar.
Se você gosta de ficção científica com fantasia, personagens cativantes e histórias que parecem simples, mas entregam reflexões profundas sobre a vida, essa pode ser uma ótima escolha para você.
Amanda Souza
Avaliado em 12 de August de 2026
G.I.N.A
A COLETORA DE LÁGRIMAS 💦🤖
E se aquilo que nos torna humanos não fosse a nossa capacidade de pensar, mas a coragem de sentir? É a partir dessa provocação que o livro constrói uma narrativa que ultrapassa a ficção científica para falar sobre emoções, humanidade, pertencimento e a necessidade de compreender aquilo que existe dentro de nós.
G.I.N.A. é uma robô criada para cuidar de crianças da elite. Em um mundo no qual as emoções foram reprimidas e o choro passou a ser encarado como sinal de fraqueza, sua existência parece ter uma função muito bem delimitada: cumprir aquilo para o qual foi programada. Entretanto, G.I.N.A. começa a apresentar algo que não deveria fazer parte de sua programação: um desejo próprio.
E é justamente esse desejo que coloca tudo em movimento.
Ao ser considerada desviante e descartada, G.I.N.A. passa a ocupar um lugar à margem de uma sociedade que não sabe lidar com aquilo que foge aos padrões estabelecidos. É nesse momento que surge uma possibilidade tão improvável quanto fascinante: uma robô-vidente oferece a ela a chance de se tornar humana, desde que consiga reunir lágrimas genuínas.
A premissa, por si só, já desperta curiosidade. Afinal, como uma máquina pode compreender algo tão profundamente humano quanto uma lágrima? E, mais importante: o que significa ser humano?
É nessa pergunta que a história parece encontrar sua maior força.
O interessante é que a busca pela humanidade não acontece simplesmente por meio da transformação de uma máquina em pessoa. G.I.N.A. começa a se aproximar da humanidade justamente quando aprende a olhar para aquilo que os próprios humanos tentaram deixar para trás.