Há abismos que não terminam na escuridão — guardam janelas onde a alma aprende a enxergar.
O Abismo tem Janelas não busca explicar a escuridão, mas escutá-la. Cada palavra é uma tentativa de tocar aquilo que não se vê: os vazios que nos atravessam, as marcas que carregamos e as luzes discretas que insistem em permanecer.